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A mostrar mensagens de Novembro, 2006
O último compromisso .

50.000.

Ops!!!

Parar ou abrandar: eis a questão!

Um advogado ia distraído a conduzir quando, num sinal STOP, passa sem parar, mesmo em frente a uma brigada da GNR. É imediatamente mandado parar e numa atitude perfeita de chico-esperto pensa logo numa forma de se safar. Agente - Boa tarde. Documentos se faz favor. Advogado - Mas porquê, Sr. Agente? Agente - Não parou no sinal de STOP ali atrás. Advogado - Eu abrandei, e como não vinha ninguém... Agente - Exacto. Documentos se faz favor. Advogado - Mas qual é a diferença entre abrandar e ter de parar? Agente - A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP deve parar completamente a viatura. Documentos se faz favor. Advogado - Ouça proponho-lhe o seguinte: se conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar eu dou-lhe os documentos e pode multar-me. Senão, deixa-me ir sem multa . Agente - Muito bem, aceito. Pode fazer o favor de sair da viatura? O Advogado acede e é então que o Agente retira o seu cacetete e desata a desancá-lo violentamente, como mandam as regras.

Assim

Quando se julgava que o povo superior era militantemente avesso ao Estado de Direito, parece que, afinal, assim não é. Pelo menos, a fazer fé na inusitada opinião do ex-secretário regional da educação hoje na impressa. Assim, ficamos todos descansados com a preocupação.

2100.

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Projecções para 2100. Decorrentes do aquecimento global e da consequente subida do nível da água do mar.

A candura.

O DIRECTRIZ adorou a entrevista de ontem ao DN, que, verdade seja dita, não leu. Mas absorveu todo o título e não o esquecerá tão brevemente: cumprir o PDM é perder dinheiro. Como não esquecerá a candura do entrevistado.

Sofregamente.

Num lapso de falta de lucidez, apetecia escrever sobre tanta coisa política e polidamente correcta dos últimos dias. Desde a guerra com os " cubanos " socialistas, o "graveto" que ficou, ou ficará, presuntivamente por lá - lá " Cuba ", entenda-se! -, os apelos das virgens do poder aos tribunais ou varas administrativas - outrora, devotadas à extinção e hoje aclamadas justiceiras -, o reconhecimento, ostensivo, do regime e da porca política pela jurisdição administrativa e a gripe inflamada da lírica flama. Mas, não. O silêncio ainda continua a ser o melhor que se pode dizer sobre tantas e inócuas irrelevâncias. Com as quais o pagode se alimenta. Todos os dias e sofregamente.