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Recital de poesia de 2007-2008

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12 de Novembro de 2010 (sexta-feira) - Palácio Fronteira 19h00 – Recital de poemas publicados em 2007-2008 de autores com menos de 50 anos. Leitura: Antónia Brandão, Fernando Mascarenhas e Pedro Sena-Lino. Breve apreciação crítica da poesia 2007- 2008: Pedro Sena-Lino. Poemas de: Alexandre Sarrazola, Andreia C. Faria, Carlos Bessa, Catarina Costa, Fernando de Castro Branco, Fernando Pinto do Amaral, Filipe Jarro, Ivo Machado, João Manuel de Oliveira Ribeiro, Jorge Gomes de Miranda, Jorge Reis-Sá, Jorge Roque, José António Almeida, José Braga Amaral, José Luis Peixoto, José Miguel Silva, José Rui Teixeira, Luís Falcão, Luís Soares Barbosa, Manuel de Freitas, Manuel Feliciano, Miguel Manso, Norberto do Vale Cardoso, Paulo Costa Navarro, Paulo Renato Cardoso, Paulo Tavares, Rita Taborda Duarte, Rogério Sousa , Rui Lage, Rui Pedro Gonçalves, Rui Pires Cabral, Sara Almeida Santos, Sofia Pinto Correia Melo, valter hugo mãe, Vasco Gato e Vítor Nogueira. 20h00 –  Jantar com poe...

AMC - Arqueologia Moderna e Contemporânea

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O caminho, apesar de tortuoso, é simples: tomar por minha a tormenta que se aparenta - e que sempre conscientemente rejeitei -, e com ela caminhar. Porque bonança é. E será.

Quando precisamente é!

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"É chegado o tempo, o dia, a hora, o minuto... o segundo. A cada tempo, dia, hora, minuto e segundo não mais existe que esse sopro que se esvai entre a finitude de um e aparência da infinitude de outro. Mas é. Quando precisamente é."

de vez

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" Mais baixo. Mais grave "! Assim, também, se centra o que haja a centrar. Só lamento que o diga e rediga repetidamente. E repetidamente não o ouça. Pelo menos, de vez.

agora, online.

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Consulte a página do novo site da Papiro Editora On-Line  com a indicação dos livros, que assino, já publicados: Enleias-me? e Antes pelo Contrário .

é

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"É como se o chão evaporasse e ficassemos suspensos. Suspensos, sim, sem flutuar, inertes, sem sentir a inércia do nosso próprio peso. E só nos restasse permanecer à espera que o chão voltasse, quando não voltará jamais, e nos restitua, no presente, a segurança que levou amarrada com correntes de aço." Hoje saiu assim...., ao sabor dos dedos.