Sofregamente.

Num lapso de falta de lucidez, apetecia escrever sobre tanta coisa política e polidamente correcta dos últimos dias.
Desde a guerra com os "cubanos" socialistas, o "graveto" que ficou, ou ficará, presuntivamente por lá - lá "Cuba", entenda-se! -, os apelos das virgens do poder aos tribunais ou varas administrativas - outrora, devotadas à extinção e hoje aclamadas justiceiras -, o reconhecimento, ostensivo, do regime e da porca política pela jurisdição administrativa e a gripe inflamada da lírica flama.
Mas, não. O silêncio ainda continua a ser o melhor que se pode dizer sobre tantas e inócuas irrelevâncias. Com as quais o pagode se alimenta. Todos os dias e sofregamente.

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