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A mostrar mensagens de Abril, 2006
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O que a singeleza induz.



"Não mais".

Para apreciar

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Agora sim.
Vamos apreciar.
Hoje, 26 de Abril de 2006.

Foto Júlio Caldas.

Águas mil.

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ÁGUA REPOSTA EM JANEIRO JUSTIÇA EM ABRIL

Caso do corte de água ao advogado que mais processos tem contra a Câmara do Funchal julgado procedente
O Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal (TAFF) julgou procedente o processo cautelar relativo ao corte de água potável ao escritório do advogado Rogério Freitas Sousa.
No dito processo pedia-se a suspensão da eficácia da operação material de corte do fornecimento de água potável de lacre com arame do contador de água por parte do Município do Funchal.
O caso remonta a 12 de Janeiro de 2006 quando a autarquia cortou a água. O abastecimento só foi reposto a 16 de Janeiro. Na origem do corte terá estado um processo de execução por uma dívida de 132,23 euros relativa ao fornecimento de água, lixo e esgotos reportada a Abril de 2005. Dívida que o advogado contestou judicialmente, com o processo a seguir os seus trâmites.
O causídico é, provavelmente, o que, em nome dos clientes, tem mais processos administrativos contra o município liderado por Mi…

Ordem no ponto.

O "ponto de ordem" do jornalista Emanuel Silva, na edição de hoje do DN. A ler, porque incisivo, cirurgíco e sem apelo ou agravo. Para facilitar a leitura transcreve-se:

“Acção popular impopular

Andam nervosos certos senhores por causa de uma coisa que se chama "acção popular". Não me espantam certas reacções. Por previsíveis que são denotam várias coisas:
1.º) Tudo o que se diz e disse sobre a confiança na Justiça e sobre a separação de poderes é treta, hipocrisia.
2.º) Fica demonstrado que quando se apela à participação cívica, ao interresse do povo pela "res pública", quando se chamam os cidadãos a decidir sobre o seu destino colectivo tudo se resume à máxima: "Votem mas não incomodem mais".
3.º) Num Estado de direito democrático, em que o princípio da obediência à lei está consagrado, os maus da fita parecem ser os autores das acções e não os que, alegadamente, cometeram ilegalidades.
4.º) É insólito o presidente do Governo vir à praça pública …

Onde andavas, ó água perdida?

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Para que não haja dúvidas: o Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal julgou procedente o processo cautelar da "Água Perdida", agora quase achada, qual filha pródiga.
No dito processo pedia-se a suspensão da eficácia da operação material de corte do fonecimento de água potável e de lacre com arame do contador de água por parte do Município do Funchal. Na integra. E no folhetim "De Água Perdida".

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Perda de tempo.

A converseta de ontem na RTP-Madeira à noite sobre acções populares - o novo ódio de estimação do regime - não merece qualquer comentário. Pura perda de tempo! Só se aproveitou as imagens que o DIRECTRIZ não viu.

PS - "Cuba", no dizer da elite do povo superior, já se transformou na Nação a que se clama. Exemplar.

Água Perdida: Olé!

De água perdida: Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal julgou, ontem, procedente o processo cautelar relativo ao corte do fornecimento de água e decretou a suspensão da eficácia da operação material executada pelos serviços do Município do Funchal. Brevemente, a sentença. Em mais um capítulo do folhetim.

Anónimo olá.

Porque a informação, deixada nos comentários, é interessante se verdadeira. Segue, mau grado ser um olá, novamente, anónimo. E fica-se a aguardar a conversa, quiçá anónima.
"Olá, dentro de dias vai a votação na assembleia municipal da Câmara Municipal do Funchal os novos preços para fotocópias, isto para o caso de serem requeridas fotocópias de projectos, etc. Normalmente requeridas por advogados, empresas, estranho é que o preço deve ser para tapar algum buraco da Srª Câmara. O preço a fixar é de 500€ por cópia, dá para acreditar!?!? Não dá para acreditar mesmo, o bom será esperar pela votação. Quem me contou!!! Hum, um pombo que todos os dias é alimentado com o milho que todos pagamos e que ronda os beirais da CMF. Bem haja.
Nota: sei que não gosta de comentários anónimos, falamos depois. Posted by Anonymous | 17 Abril, 2006 23:36"

Tanto.

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Tanto frio.
No reflexo abrasador.
Foto Giuseppe Vitali

Em estado puro.

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As palavras do Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal do Município do Funchal à SIC e a propósito do despacho do Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal sobre certa obra na cidade é um exercício puro de incongruência e inconsequência. Começou por admitir a legitimidade da acção popular - que não discute e tem por certo - para depois lançar as habituais e falaciosas atordoadas contra ódios e invejas de quem dela deita mão. A bem dizer, mais valia ter-se ficado pelas singelas e coerentes declarações prestadas à RDP - Antena 1.Foto daqui.

A 1ª página do DN de hoje é outro fenónemo não explicado. Quando a actualidade impunha, encaminhou o dito assunto para uma insignificante notícia. Hoje, que a actualidade já lá foi, planta na primeira página e como primeira notícia reportagem na qual dá conta do despacho. Era capaz de merecer, e merecia concerteza, chamada à primeira mas passar do oito para oitenta e oito é um tanto demais. Não é?!

Com a mudança do vagalhão do concerto para o Tecnop…

A vigilância, sem fé.

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"Vigilância ou Fé". Em "Olho de fogo", que retoma a edição de 31-3-2006 do Tribuna da Madeira. Bem notado e comparado.

PS - Com mau grado, só uma coisita: o referido Sr. Advogado manda, encarecidamente, escrever aqui - para que conste! - que o seu nome profissional é, tão somente, Rogério Freitas Sousa. Nem mais nem menos. Muito agradecido.

O vagalhão da escarpa

Mais valia ter deixado em paz o Lugar de Baixo e não ali ter plantado uma Marina. Agora já não são só ondas de tipo vagalhão. É o vagalhão da escarpa que, se a "cabana" abana, vai abaixo... sujar a linda Marina, de inglês ver. Será que na azáfama do "desenvolvimento" lembraram-se da escarpa? Ou voltaram a fazer de conta?

Ops! A bem da moral e bons costumes (?), o vagalhão do Lugar de Baixo virou vagalhão do Tecnopolo. Com recuos maiores que o dito.

Nim

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"Palavras definidas".
No Triz de Alma:

"Estou falando do "sim"
Da mesma forma do "não"
Se o "sim" não falou de mim
O "não" não sabe a razão"

Aqui, D'El Rei!!!

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Não se impressione. Sorria.