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A mostrar mensagens de Setembro, 2007

break.

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José Bandeira Vulgar de Lineu

Escríbeme.

Laura Pausini

Destiny.

Vanessa Mae

Até, pois.

[only for me]

Se nenhumas mãos te estendesse, nenhumas mãos te sofregaria. Como se tas estendesse jamais as veria: as mãos e o que elas não acolheriam. Delas faço um único uso: conforto os meus bolsos. Sem poder apontar para o olhar vazio dum limiar cego e abrupto. Por isso, inerte estarei. Até que lá - sim lá - tudo inerte continue e perdure. Qual vazio, cortante e agreste, que tudo é e tudo parece. Até, pois.

Das falácias e outros quejandos.

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Foto daqui.

Conversamos?!... sobre falácias e outros quejandos? Então faz favor. Mas por ora, só um pequeno "diagnóstico diferencial". Pode ser?

"Falácias
um argumento falso ou uma falha no argumento. Logicamente inconsistente, inválido, ou que falhe de outro modo no suporte eficaz do que pretende provar. O termo falácia deriva do verbo latino fallere que significa enganar. Tem o aspecto de um argumento correcto e válido mas não é uma coisa nem outra. Vendo o Guia das Falácias, de Stephen Downes, percebe-se que 80% ? 90% ? das discussões são de falácias contra falácias…

Sofismas
raciocínios com falhas voluntárias, produzidas de forma a confundir alguém numa discussão. O raciocínio parte de premissas verdadeiras ou verossímeis - todavia, são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que parecem seguir as regras da lógica.

Paradoxos
os raciocínios onde se parte de enun…

without.

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- - -

"Até eu.

Me sento como é hábito sentar. Não falo. Nem uma única palavra me chega aos lábios. Vazei-me de ideias. Tremo. Não é de medo nem pânico. Simplesmente tremo por causa da febrícula que se instalou em todos os fins de tarde. Não sei o que se passa mas algo se passa. Eu sinto-o. Acho melhor ver o que está a acontecer. Amanhã verei num amanhã qualquer que eu tiver tempo. Não... não pode ser nada. Não é nada!
Amanhã deve ser outro dia, acho eu se fosse o La Palisse.
Deixa para lá...
Anima-te...
Encara de frente...
Coisas simples de dizer. Coisas difíceis de ouvir!
Ah! já tenho saudades do vento do perfume da maresia, do suave marulhar do zulmarinho nos dias de calmaria.
Até já tenho saudades de mim!"
Sanzalando

presente deserto.

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So long.

Mark Knopfler The Long Road Aided and Abetted

Das falácias II.

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Foto daqui.

Novamente do Conversamos?!... e ainda das falácias.

"No contexto das falácias, a expressa distinção de diversos tipos:

Logical Fallacies
The ability to identify logical fallacies in the arguments of others, and to avoid them in one’s own arguments, is both valuable and increasingly rare. Fallacious reasoning keeps us from knowing the truth, and the inability to think critically makes us vulnerable to manipulation by those skilled in the art of rhetoric.
A logical fallacy is, roughly speaking, an error of reasoning. When someone adopts a position, or tries to persuade someone else to adopt a position, based on a bad piece of reasoning, they comit a fallacy. I say “roughly speaking” because this definition has a few problems, the most important of which are outlined below. Some logical fallacies are more common than others, and so have been named and defined.

Fallacies of presumption
Fallacies of presumption are not errors of reasoning in the sense of logical errors, but are …

it flies?

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Travar para pensar.

Recebido por email. De autor desconhecido: "Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários,…

A perda de mandato.

Acórdão recente do Supremo Tribunal Administrativo sobre a perda de mandado:

"0690/07 Data do Acordão: 22-08-2007 Tribunal: 1 SUBSECÇÃO DO CA Relator: COSTA REIS Descritores: PERDA DE MANDATO
DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS
NOTIFICAÇÃO PARA CUMPRIMENTO
INCUMPRIMENTO CULPOSO
CUMPRIMENTO TARDIO DESSA OBRIGAÇÃO
Sumário:
I - No regime da Lei n.º 4/83, de 2/4, alterada pela Lei n.º 25/95, de 18/8, se o titular de cargo político não apresentar a declaração dos seus rendimentos e património após inicio do exercício das suas funções, será notificado para o fazer no prazo de trinta dias sob pena «em caso de incumprimento culposo» incorrer em declaração de perda de mandato.
II - O que quer dizer que o legislador não quis que a perda de mandato pudesse decorrer apenas da omissão do dever de diligência que recaía sobre o eleito e, portanto, de mera culpa mas, ao contrário, quis que aquela perda só pudesse ser decretada quando a referida omissão significasse também o desrespeito pela referida notificação. …

to the wind.

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Ao Ministro da Injustiça.

"Férias Judiciais: Carta Aberta ao Senhor Ministro da Justiça:

Estará V. Ex.ª de férias? Ou já as gozou? Ou estará a pensar fazê-las? E quando está de férias, quem o substitui? E quando deixar de ser Ministro, irá prescindir das suas férias? E vai gozá-las por quantos dias? Prescindirá dos 30 ou dos 22 dias úteis de férias?
E vai permitir que lhe imponham sempre o mês de Agosto como o seu mês de férias? E vai permitir que lhe interrompam as férias vezes sem conta? Ou que, pura e simplesmente, não lhe permitam gozar férias?

Não sei responder a estas perguntas, mas, creia, que também não estou muito preocupado, porque V. Ex.ª, Senhor Ministro, é o responsável pela supressão das minhas férias, das férias dos Advogados e das férias das respectivas famílias. Por isso, não posso gostar de si, nem preocupar-me com V. Ex.ª ou com o seu bem-estar. E como eu, milhares de Advogados que trabalham em prática isolada e que detestam quaisquer formas societárias de exercício da profissão.
Uma coisa …

Forever.

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Henry Kisor The Reluctant Blogger

For Mcrae.

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Das falácias.

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Foto daqui.
Do Conversamos?!... - a quem se agradece - e das falácias:

Ainda que cometamos um número infinito de erros, só há, na verdade, do ponto de vista lógico, duas maneiras de errar: raciocinando mal com dados correctos ou raciocinando bem com dados falsos. (Haverá certamente uma terceira maneira de errar: raciocinando mal com dados falsos). O erro pode, portanto, resultar de um vício de forma – raciocinar mal com dados corretos – ou de matéria – raciocinar bem com dados falsos." (O. M. Garcia).
O que distingue o sofisma da falácia, é que, embora ambos sejam basicamente raciocínios errados, a falácia é involuntária. O sofisma tem como objectivo induzir ao engano. O raciocínio falacioso decorre de uma falha de quem argumenta.
Ouvindo atentamente à nossa volta, daremos conta que as falácias e as inconsistências lógicas abundam. R…

Degradante!

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Imagem daqui.
A bola e os srs. da federação portuguesa de futebol deram um exemplo fenomenal ao país e ao mundo: quando o melhor para o país não é suficiente - o pífio empate das estrelas cadentes frente à Sérvia -, o murro do seleccionador nacional sê-lo-á. Sem mais palavras: simplesmente degradante!

...

Já diz o ditado: "Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és".


Here.

Hoje, por todas as razões devo dizer ao Henry Kisor: Obrigada!

Today, for the all reasons I must tell to Henry Kisor: Thank You!


for me, only there!

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The Reluctant Blogger


cinzento branco, aqui.

harmony.

feel like going home

true love will never fade.

Sugestão de Paulo Gouveia.

Only to me.

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Já se desconfiava.

Uma verdadeira diarreia legislativa aquela com que o incompetente legislador nos presenteia neste início de Setembro [consulte aqui, no Joeiro, o rol dos recentes diplomas]. Tudo publicadinho no mês de Agosto para que o pagode não levante ondas nem pie num céu rosado. Quando será que estes políticos, melhor politiqueiros, do costume vão aprender que a segurança e a estabilidade são características essenciais do Direito? Porventura, nunca! Já se desconfiava.

PS - As alterações à legislação urbanística introduzidas denotam, ainda mais e profundamente, um horizonte de facilitismo, propiciador de outras tantas coisas cada uma pior que outra. Fazem eles - como os anacrónicos cidadãos [talvez fosse melhor retomar-se a expressão servos da gleba...] - por ignorar que estão a contribuir para verdadeiros monstros. Mais dos que já temos. E que algum país reverentemente agradecerá.

without no word.

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