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A mostrar mensagens de Janeiro, 2008
Heart of Glass Blondie

Ne dis rien Serge GainsbourgTo Debbie Harry
... Todos calam na alma da gente ...

Sobre "O meu enleio". Da enorme Alma de Outrém, que não da minha. Mas que não posso olvidar. Nem olvido.
Nas tuas linhas, por Raiz de Carla. O meu enleio.

go?

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Claudia Perroti Multiply
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hard and hot©directriz
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my rock©directriz
Blank Infinity Epica
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be.

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José Bandeira O efeito Gorskii
Only for me

A residual e diminuta inspiração que me tem acompanhado fez o especial favor de se livrar de mim. Inapelavelmente!
Dando pela sua falta, vou ali - ao virar da minha inexistente esquina -, a ver se faço o favor dela me encontrar.

Exemplos.

Conheci o Aliciante e a Praça da Republica. Não, minto! Já os conhecia…, não fosse o primeiro um ilustre da minha passadeira vermelha e o segundo um dos meus favoritos.
Melhor, e com mais propriedade, conheci os seus autores: a Madalena Palma e o João Espinho. E confirmei – se é que isso era necessário - por que razão são extraordinários. E porque são exemplos. Como realmente são.

O absurdo que és.

"Como te explico o que não tem explicação. Isso é impossível. É uma contradição nos seus próprios termos. Será que não enxergas isso? Mau!... Já estás a ofender. Não sou cego! Tudo tem explicação. Até o que não tem, tem de ter uma explicação… Mas isso é próprio de esquizofrénicos. Bolas!!! É uma conversa de surdos!!!. Já disse que racionalmente, coisas há que são, pela sua própria natureza, inexplicáveis porque não são racionalizáveis. E tratadas pela Razão. Lá estas tu, com a tua filosofia de pé de chinelo. Tudo – ouve –, tudo é explicável. Por exemplo, qual é a explicabilidade desta nossa absurda conversa de hoje? Exemplos?! A essência das coisas não se discute com exemplos. É mau método cientifico… Deixa-te disso… diz lá. Qual a explicabilidade desta conversa absurda. Está bem. Pronto! Bem…, vendo bem, só pode ser o absurdo que és, não é?"
Josh Groban
escrita de café
Passam hoje 13 dias de 2008. Parece já que passaram anos. E que eternidades não passam!

is only black.

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Peaceful afternoon Robin CapperRobiNZ Blog
[only for me]
Se a minha existência não fôr, o que, afinal, serei para ser?
[escrita de café]
Todos os passageiros com destinos nacionais, em especial Porto, Faro, Ponta Delgada e Funchal, ganharam um bonito e funcional armazém no Aeroporto de Lisboa. Chamado Terminal II.

Só não sei.

Descendo a Avenida da Liberdade até aos Restauradores, atravessando, a pé, sinais vermelhos [ops..., não se deve nunca...], circulando mesmo nalguns momentos na faixa de rodagem, não ouvindo uma única buzinadela ou outra coisa qualquer e espantando-me com a desusada falta de frenesim - mais parece Agosto... -, assalta-me uma dúvida: Lisboa amainou? Ou, provincianou-se? Seja como fôr, parece bem mais simpática. Só não sei se é do que vejo ou da forma como vejo.

I. If I...

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José Bandeira O efeito Gorskii

Como sabes.

Dele, moi même, para eu. Também moi même. Em surdina e surdamente:

- Bolas, pá! Não esperava aquilo... esperava outra coisa, sei lá. outra coisa...
- Mas esperavas o quê? Sim o quê? Ou será que não tens bom senso e sensatez?
- Sei lá... outra... outrinha...
- Nunca aprendes mesmo!!! Já te disse - mas só persistes e persistes inutilmente - que não podes, não deves nem tens de esperar nada. Ouviste? Nada!!! Porque é só isso que podes alguma vez esperar. De mim, de ti ou de quem fôr. Ouviste agora, ou não? É preciso berrar-te?
- ...mas... não me entendes, pá! Queria uma coisinha assim...
- Mau!... És surdo ou quê? Já te disse que nada podes esperar! Nem assim nem doutro jeito qualquer. Rien! Nada! Niente! Para quê? Para andares assim? É?
- Tá bem... Tens sempre razão. Mas assim não consigo sequer sorrir ... e olhar....
- Mas tens que sorrir? Só podes sorrir deles. Nunca com eles. Nem contigo. Nunca me ouves, nunca me ouves! Já estou tanto cansado de ti, pá, que ja me canso de mim...
- Eu também. …
Linger Epica
[only for me]
"O que me falta em disponibilidade sobra-me em determinação."
I Will Remember You Sarah McLachlan
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no words©directriz

os sopros

Os "sopros" aqui no directriz - tal qual os "suspiros" n' O meu enleio e os "traços" nos secos pigmentos - são, como já se disse, bem vindos. E são recebidos sempre com um sorriso. Só se pede que sejam assinados. É questão de princípio, da qual se não prescinde.
E, por isso, encarecidamente pedimos ao sr. anónimo que, no passado dia 30-12-2007, nos deixou 3 deles - cada um mais simpático que o outro - aos posts "A mascote", "Diz que não é um mau blog" e "O Sinal" que os assine ou nos faça chegar a sua identidade. Teremos todo o gosto em os partilhar. E tornar, assim, o directrizum pedacinho seu também. Seja como fôr, grato pela simpatia.

ice, just ice.

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Steve Sundberg The Reluctant Blogger
escrita de café
"Proximidades nada têm que ver com quaisquer distâncias. Só com presenças ou ausências."
[only for me]
A primeira coisa arrasadoramente lúcida de 2008: jamais esquecerei o filme "Bridges of Madinson County", com Meryl Streep e Clint Eastwood. Jamais!