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Não seja escravo, nem de si.

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    O Ser pode e deve ter sempre Consciência de Si mesmo. Do que É. De quem Ama, no seu amâgo essencial, e do que gosta, na sua periferia existencial. Do que quer, no alto da sua Vontade, forjada na sua determinação férrea. O Ser pode e deve ter tudo isso: em responsabilidade última e inalienável para consigo mesmo, a todo o tempo, a todo o momento, aqui e agora.   Já não lhe é lícito, jamais, ser seu próprio escravo, porque anulação de si mesmo numa redoma que não respira, não aceita o devir e que se desvanece.  

só a testemunha pode realmente dançar.

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"Sim! Efectivamente, só uma consciência que testemunha pode realmente cantar, dançar e saborear a vida. Pode parecer um paradoxo - e é! -, mas tudo o que é verdadeiro é sempre paradoxal. Lembre-se: se a verdade não for paradoxal, então nem sequer é verdade, será outra coisa qualquer. O paradoxo é uma qualidade fundamental e intrínseca da verdade. Deixe-o afundar no seu coração para sempre; a verdade enquanto tal é paradoxal.   Embora todos os paradoxos não sejam verdade, todas as verdades são paradoxos. A verdade tem de ser um paradoxo, porque tem de ser bipolar, com o polo negativo e o positivo, sendo no entanto uma transcendência. Tem de ser vida e morte, e mais. Com "mais" quero dizer a transcendência de ambos - ambos e ambos não. A verdade é o paradoxo supremo.   Quando habita a mente, como pode cantar? A mente cria infelicidade; da infelicidade não pode resultar canção. Quando habita a mente, como pode dançar. Sim, pode representar determinados gestos...

amor ou ódio? simples.

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  Afinal, tudo se resume de forma espantosamente simples: ou és um ser de Amor ou és um ser de Ódio. Ou optas por exalar Amor ou por exalar Ódio. Ou optas por ser um instrumento do primeiro ou por ser um instrumento do segundo. Não existem outras opções ou alternativas. Esta é a questão primeira que todo o Ser deve colocar-se a si mesmo. Tudo o mais é sua consequência, efeito ou decorrência porque ou existe Amor e o Ódio inexiste ou existe este e aquele esfuma-se. Bem simples, portanto.  

atreva-se

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Que não reste dúvida alguma: cada Ser, na sua infinita complexidade e singularidade, é o único, o exclusivo, o primeiro e o ultimo responsável pelo seu próprio sofrimento, muito em especial por aquele que o destrói e aniquila. Portanto, cada um é responsável pelo seu próprio estado, na exacta medida da sua Responsabilidade, Consciência e Liberdade. Tenha a coragem - rara, ardúa e exigente - de ser livre, ser responsável por essa sua liberdade inalienável e seja dela plena e totalmente consciente. Ame incondicionalmente. Nada o destruirá, pois o amor é absolutamente terapêutico. Atreva-se simplesmente a Amar e ser consequente com esse Amor em todo o seu Ser. Nada mais lhe pode ser pedido nem mais lhe é exigido para ser feliz, pleno e total. * Por prevenção, não se iluda nem desiluda, pois ilude-se quem vive em ilusão e desilude-se quem nela está mergulhado. Não desperdice o único bem que tem para viver e ser o que é: o s...
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A dualidade é, e deve ser, uma ilusão, pelo menos mental, que deve ser sempre consciente. A unidade é Una e uma só. Ela mescla-se, à boa maneira taoista, de amor e aceitação incondicionais, quais faces simétricas da mesma e única moeda. Mesmo que, no limiar, uma parte do Ser se desvaneça às mãos da segunda (a aceitação) sem que o primeiro (o amor) saiba ou possa confortar.

em plenitude

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A demanda universal e individual de cada Ser é simplesmente a de que cada um seja o que É. Mesmo que conscientemente não saiba o que é. Sem virtualidades, sem dualidades, sem máscaras, sem renúncias a ser, sem artificialidades ou outros quejandos, em voga. Descortinando, sempre e  ad continuum, a essência da aparência, o essencial do acessório, o relevante do fútil. Só assim pode o Ser ir sendo, em correspondência àquilo que É. E realizando-se, em plenitude.

estrelas que te guiam

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Há em tudo um designio maior. Bem maior, sempre omnipresente e ominisciente. Está em Ti e dá por ti, no teu " self ", qual concha que finge te esconder de Ti. Ouve-o. Nas batidas que as estrelas te guiam.

uma e outras

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Só o acto, libertador, do sofrimento é gerador de dúvidas, de luz, perante uma falsa verdade. E de certezas perante dúvidas. Por isso, sofre utilmente, só na medida do necessário para teres certezas e dúvidas verdadeiras. E sê pleno e feliz com elas. Umas e outras.  
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"Falar pouco é o que é natural. Por isso um vendaval não dura até ao fim da manhã e um aguaceiro não dura até ao fim do dia." - Lao Tse,  in Tao Te King - cap. 23. "说什么是什么是自然。 为什么不大风持续到早上结束 和淋浴不年底的一天。 -老挝谢,国王在陶特 

"A a Z" - 2ª parte.

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"A a Z" - 1ª parte.

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rubrica "A a Z", da revista " Saber ", de Agosto 2011.

Inteligir absurdos

"Exmo. Senhor Ministro da Justiça: Sirvo-me do presente para comunicar a V. Exa. o seguinte: 1.- A Madeira, como é publico e notório, encontra-se em situação de óbvia situação de calamidade, por causa dos eventos patente no passado fim de semana, encontrando-se na sua maior parte, pelo menos na cidade do Funchal, intransitável e quando ainda se procuram vítimas e contam os mortos. 2.- O Governo da Região Autónoma da Madeira declarou tolerância de ponto para hoje e o dia de manhã, em face de tal situação de todos conhecida. Esta declaração só é aplicável aos serviços da administração regional, que não a do Estado, nomeadamente a da Justiça. 3.- De forma incompreensível, o Estado - e V. Exa. no que respeita aos serviços que do Ministério da Justiça dependem - assim não procederam, nem consequentes são, exigindo, por este modo e por esta via, V. Exa., o Governo e o Estado, na increditável situação em que vivemos o atempado cumprimento dos prazos processuais aos cidadãos advogados...

As minhas...

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in DN, ed. de 22.8.2009.

!...

Ainda num trecho de qualquer coisa escrita por mim: "E, agora, posso te entregar o Sol e a Lua, o mar e a terra? Para intuitivamente os acolheres e mos emprestares quando, na tua candura, deles precisar? Posso mesmo?"

...!

A meio de uma minha escrita qualquer: "Estranho não perceberes isso. Que na vastidão do silêncio, mas vastidão é demais e tudo o que é demais já não é. É como a dor: quando demasiada é já só um mísero e fútil torpor."

As eleições.

O sr. Presidente da Républica marcou as eleições legislativas para o próximo dia 27.9.2009. Num país "de tanga" como é este, votado à politiquice rasteira, a vistas míopes e a empurrar invariavelmente com a barriga não é nada de estranhar, como já se havia dito [cfr. Nada de Estranhar, in Antes pelo Contrário , 2009, p. 57].

Planeamento urbanístico.

O vídeo de Debate Político da RTP Madeira de ontem, aqui .

Soft drink.

[ escrita de café ] Para além do completo nojo, asco e indiferença, que mais é possível sentir/fazer quando se vê quem, por magia da enfabulação, carrega o peso da sua anormalidade com o maior sorriso do mundo? Quando - por que a sua não lhe basta, tão miserável é e inútil persiste ser - limita-se a levar ao colo, aos ombros ou às costas a única razão da sua inútil e desgraçada vivência: os outros, a vida dos outros, os quês e os quids dos outros. Numa açorda de resquícios de realidade, mentira a rodos, difamação e injúria como defesa, pesporrência em riste e esquisofrenia total e justificante, tudo transformada num soft drink de Verão. Bebida sofrega e impunemente. Porque sem isso não vivem nem sobrevivem, os (as) anormais!

hoje.

Hoje é diferente. Um pedacinho. Uma imagem, que me arrepiou. Uma frase que, de tão suave, turvou-me a miopia. Um etéreo som, que melancolizou. Parece diferente. Hoje parece já que a epiderme já sente. remake de " ...já? ". e também de relax .

rien ne va plus.

Hoje e agora? Sigilosamente, nada! Mais valia que fosse ontem ou anteontem, que nada foi também. Ou será que foi só aparência de ser quando nada é? Ou nada ser quando é? Tou desejoso. De apalpar os moles à fashion -ex-futura-presente-passada- hot acção [de perda de mandato]. Será que já entrou ou já saiu não entrando ?