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A mostrar mensagens de 2007
Pensar que sou. O meu enleio.
Sweets Dreams Karunesh

Um 2008 cheio Paz.
A todos os que por aqui passam. Em trânsito ou não.

O sinal.

"Fleumático. Pára, travando bruscamente. Abre-se-lhe, até, o capôt do seu brutal STI: preto fumado, pequenas inscrições a vermelho. Salta, num ápice, num único salto e sem olhar. Em dois passos chega, suave levemente, ao pequeno hall. De madeira e prata. Impecável, sem mácula alguma. Para que Ele não estranhasse, pois. Nunca, estranhasse. Deita a mão esquerda – a sua direita, claro! – e de uma só vez, como se se tratasse de um só e único movimento, escancara – sim, escancara - a porta de entrada. Tão repentino que, ainda antes de tirar os óculos de sol, sente a multidão abrir alas, a passadeira vermelha a libertar-se e a consumarem-se burburinhos, que musicalizam silêncios. Mecanicamente, no seu perfeito fato e luzídios sapatos, dá dois passos. E saí. De imediato, da passadeira. Era suposto percorrê-la, mas não! Não o faz! Brincando com os óculos de sol na sua mão direita, altiva, tristemente sorridente, olhos no horizonte do vazio que o ilumina, abre entre os presentes alas. E dá ma…
Runaway Horses Belinda Carlisle
[only for me]
No zarpar de um esgar furtivo, queria, finalmente, ouvir a voz do teu silêncio!!! Mas - ó inútil! - como podes? Sim, como podes?! Se só tacteas o silêncio da tua própria mudez?

black blue secos pigmentos
thankful Josh Gorban
A todos os que me são.
Em especial aos que me fazem sorrir.
Aos poucos que me fazem sorrir.
Os comentários (sopros, suspiros, traços) são, apesar de exíguos, sempre bem vindos aqui. Importa tê-los na sua pureza. Expurgados de percepções alheias. Por isso, não mais se os comentará. Se e quando se justificar, utilizar-se-á o email.

"Sorry, your account has been disabled." Por razões que só o Google conhece, a conta de email cá de casa terá sido cancelada. Perdendo-se mensagens e contactos. Até ver, deve ser - o que encarecidamente se pede - utilizado o seguinte email: directriz@yahoo.com.Afinal, foi só uma partida do Google. Os malandros! Tudo como dantes, pois. O email continua a ser o de sempre: directrizblog@gmail.com.


PS - Altera-se o aqui decidido. E passar-se-á a comentar os parcos comentários dos contáveis leitores do directriz. 13-7-2008.
My December Josh Gorban


Nem presente. Não as há. O meu enleio.
eixo. secos pigmentos.

sun, from somewhere.

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JotaCê Carranca A minha Sanzala 2
Broken VowJosh Groban
Embevecido e grato, tenho de agradecer à MARAKOKA e à Su. Pela pela sua inusitada, mas carinhosa, lembrança. Obrigado.
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"You Raise Me Up"
When I am down and, oh my soul, so weary;
When troubles come and my heart burdened be;
Then, I am still and wait here in the silence,
Until you come and sit awhile with me.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up... To more than I can be.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up... To more than I can be.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up... To more than I can be.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up... To more than I can be.

You raise me up... To more than I can be.
You Raise Me Up Josh Gorban

In The Arms Of The Angel Sarah McLachlan & Josh Groban
Remember When It Rained Josh Groban

with ice.

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Henry Kisor The Reluctant Blogger

Diz que até não é um mau blog

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Porque palavras vão faltando..., agradeço, singela e sorridentemente, à LN e ao Conversamos?!... a simpatia da distinção e da lembrança. Bem haja, pois.

"Diz que até nem é um mau Blog." tem o seguinte normativo:

1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post:
- Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog;
- A tag do prémio;
- As regras;
- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post).
O directriz, em seu estrito cumprimento, indica 7 dos seus, que são já também donos da minha passadeira vermelha: A minha…
Angel Sarah McLachlan
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Steep and deep Robin CapperRobiNZ Blog

O Far West.

"A Internet e o Far West". Artigo de opinião de João César das Neves, Professor Universitário. De leitura obrigatória. E que merece um valente aplauso.

"A Internet é a maior colecção de insultos, mexericos, boatos e disparates alguma vez reunida na história da humanidade. Existem também coisas excelentes, belas e grandiosas, com uma qualidade única e inovadora. Mas não há dúvida que numa grande parte dos blogs, mensagens, comentários e sites de debate dominam o pedantismo e a grosseria, maldade e despeito, vacuidade e a mais pura e prístina estupidez.

Qual a razão do facto? Podia dizer-se que a Net atrai pessoas de mau carácter, mas todos os sinais são contrários. É evidente que quem frequenta as novas tecnologias da comunicação ainda pertence a uma elite favorecida, com mais formação e conhecimentos que a média. Por muito que se tenha popularizado, a sociedade virtual é dominada pelos mais educados e sofisticados de um país como Portugal.

Assim a explicação mais plausível…
Circle In The Sand - Belinda Carlisle.

Much more...
dying in the sun - cranberries.


dying secos pigmentos

you are my rock. just to hear.
Summer Rain. Belinda Carlisle. Absolutely always.
josh groban.
[da indigente pobreza de espírito]
Antes de mais, aqui deixo o meu aplauso ao Ultraperiferias - L. F. Malheiro - e aos Senhores Drs. António Fontes e Raimundo Quintal. Pela sua verticalidade.

storm.

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George Kourounis stormchaser.ca
[only for me]
Se a inquietude pudesse ser paz, esta seria concerteza inquietude...
Ordinary Miracle Sarah McLachlan
La LunaBelinda Carlisle
Dream on girl Rita Redshoes

Answer Sarah McLachlan

A falácia da banalidade das coisas triviais.

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Nearlly full moon rising Robin Capper RobiNZ Blog

"Na linha do horizonte, onde as serrilhas da montanha esculpem o céu, os raios de sol gotejam pela encosta. Vejo mal, pois claro (que raios de sol não gotejam!). Como em tantas vezes que perscrutei pedaços de vida à procura das coisas que neles antes não vira. Nunca se sabe se é de as procurar que se encontram, ou se encontram simplesmente porque já lá estavam. Se as procuras criam ou inventam, o que sem as essas demandas seria mero inexistente. Menos que miragem. Ou se o julgar encontrá-las é ainda assim uma simples falácia.

Quando as ideias se encaixam, como pequenas peças de um puzzle singular, bem que as procuro ver. Até entendendo que vital saber delas, das quase etéreas falácias. Muitas vezes, debalde, pois que se infiltram pelos espaços intersticiais dos pensados, pelos ladrilhos dos vividos, pelos mosaicos dos sentidos. E ainda que sabendo-as confundentes invisíveis, pensar que elas podem lá estar retorna como uma procura. E…

utopia

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"Ora, é em alternativa a todo este quadro de injustiças sociais que se encontra edificada a sociedade da ilha da Utopia:"

PAULO OTERO, "Instituições Políticas e Constitucionais", Vol. I., Almedina. Livro à mão e sob leitura. A p. 161 tem unicamente 3 frases completas. A transcrita é a primeira da p. 162, a quinta a contar da p. 161.

Dá-se corpo, assim, ao simpático desafio/passatempo deixado peloLe Nozze di Figaro.
E que, nos mesmos termos, daqui se endereça ao Storm of Emotions, à Côr de Dentro, ao Algures no Ribatejo, ao À luz dos dias e ao Xanax. E ao Conversamos?!..., pois claro!

hoje.

Hoje é diferente.
Um pedacinho.
Uma imagem, que me arrepiou.
Uma frase que, de tão suave, turvou-me a miopia.
Um etéreo som, que melancolizou.
Parece diferente.
Hoje parece já que a epiderme já sente.

remake de "...já?".
e também de relax.



não me levem a mal...
... já agora... o "Único" da Madalena é um estrondo, não é?

Ao titular da minha "Sala Henrique Pontes Leça" sei o que sentir e o que escrever: gratidão e, uma vez mais, reconhecimento. Obrigado.

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Único Madalena Palma Mad fotos
Ontem, ao completar dois anos de directriz, escrevi – e não publiquei – isto: “Não dá mais! Este meu blog, que para mim nunca foi um simples blog, deixou de me alegrar.
Nos últimos tempos só os meus virtuais amigos, em especial alguns da minha passadeira vermelha, o justifica. É pouco, mas é com eles que aqui, todos os dias, tento sorrir e esboçar esgares amigos. De quem naturalmente se identifica e que, muito ou pouco, lhes partilha: o possível e o mensurável. Ou seja, pouquíssimo ou mesmo nada.
Não os enumero. Eles sabem que o são. A todos não esqueço e vou continuar a ouvir-vos, mais do que outra coisa. Não estranheis, contudo, o(s) meu(s) silêncio(s). De todos guardo já o melhor que se pode guardar na amizade: saudades.
Por não sentir já prazer e alegria com o blog, dele me afasto. Porventura, já mais.”

Hoje, não sei já mais o que escrevo. Nem o que sinta.

Horizontes, mares e marés.

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Soul Cages - Piotr Kowalik

Há dias, repetidas vezes e com os olhos vidrados no vazio de outros horizontes, alguém dizia-me: "A minha alma está parva!"

Devo dizer que também parvo fiquei. Já não sei já se a minha alma terá ficado, mas eu fiquei. Ou, pelo menos, certo eu ficou. Como atordoado permaneço. E é desse outro eu que, aqui em amigo e simpático desafio, não consigo conjunturar.
Seguramente é pela minha incompetência que incapaz sou. De inteligir, quão se deve inteligir, que o que nos resta é, afinal, uma singela falácia. Não fosse viver, afinal, sempre menos que uma singela falácia...

Julgo saber o que são mares.
Já não sei, todavia, o que mares são. Se horizontes pespegados de reluzentos e encandescentes nasceres, se gotejados de melhores findares.
Não sei também quais. E quais olhos os inexpressam e os exibem.
Ignoro, pois, que também mares me são ou sê-lo-ão. Só posso eu falaciamente parecer estar.

Nos sonhos, que não são os meus, o burburinho das marés não são.
Não são maré…
Torres del Plaine
like.

improcedente.

Leia aqui o Acórdão do TCAS que, por maioria, julgou improcedente o recurso interposto pelo Ministério das Finanças no processo cautelar da denominada "sanção financeira Estado v. RAM".
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não podia esquecer. pois, não.

De náufragos e ilhas, elos e falácias

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"Depois de ler a Falácia de Robinson Crusoé, que recomendo, parto de um conceito que me é muito caro, a saber, o de autonomia. Poderia trazer comigo Freud, Marx e Nietzsche - os reconhecidos Mestres da Suspeita. Mas simplifiquemos: ao contrário do que o pensamento mitológico diria, o sol, a lua e o universo, na realidade não estão relacionados nem são afectados directamente pela maneira como eu me comporto. E, portanto, cada ser humano (eu, incluída) está isolado no mundo, neste sentido da não afectação do que o circunda.Todavia, estamos neste planeta, animais entre animais. Quando uso a metáfora do Robinson Crusoé para distinguir ética de moral (com a chegada do Sexta-feira), entendo que ninguém vive sem verso e reverso.
Não é possível entender uma vida humana isolada, num ecosistema completo onde se viva e se mova, onde se seja. Viver e estar com os outros, representa ser influenciado por eles e, reciprocamente, influenciar. A ilusão da autonomia pessoal não é a da falácia de Ro…
[only for me]

Se escrever soubesse - e sou mais ignorante que o mais singelo e rude dos ignaros! - dir-te-ia, só a mim mesmo, que é uma rarissíma preciosidade quando Alguém se nos lembra e nos é lembrado. Mas como isso não sei dizer nem expressar, só me aponto surdamente para um lúgubre e tortuoso caminho: o do esquecimento.
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Imagem daqui.

Voltando lá: falácias afectivas.

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Foto daqui.
Cá estamos e aqui voltamos - ainda e sempre com o agora renovado Conversamos?!... - às falácias. Desta feita, às afectivas. Leia e interiorize, sff.
"Porque é um tema interessante e que se mantem com muitos trilhos por explorar… Vindos das falácias I, das falácias II, do diagnóstico diferencial, dos recursos em falácias, do determinismo tecnológico, ouvindo os comentários e repensando neles…
No decurso da ideia de enganadora, enviesadora do pensamento, a falácia pode ser aplicada ao que é dito (ou escrito) assim como à falácia afectiva, ou seja, da avaliação de algo em função dos afectos que desperta…
Helmut Bonheim (The critical fallacies) mostra que (36) falácias contemporâneas falham na sua formulação ou por problemas de lógica argumentativa ou porque têm em vista atacar uma pessoa e não a obra concretamente.
Afalácia afectiva nasce na crítica literária. A partir da catarse que os gregos definiram, aplicando-se a todas as abordagens que privilegiem as sinestesias, as…
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José Bandeira Vulgar de Lineu
Há dias, de forma impressiva, Mad escreveu:

"Cheguei a um ponto, emocionalmente, em que não consigo escrever o que sinto.
E textos inócuos não fazem sentido para mim.
Talvez porque ao longo do tempo (e de Aliciante são quase 4 anos) ter concluído que acabo por ter mais a perder do que a ganhar. Ingenuamente pensei que iriam saber ler as minhas palavras. Mas com o passar do tempo reparo que são raras as pessoas que não me falam no blog. Dou comigo a pensar que para elas serei apenas aquilo que escrevo? Não, não sou."

Impressivamente só se consegue abanar a cabeça. Concordando.

Never Give Up

Kool & the Gang

sure.

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Nuno Barata fôguetabraze

rien ne va plus.

Hoje e agora? Sigilosamente, nada! Mais valia que fosse ontem ou anteontem, que nada foi também. Ou será que foi só aparência de ser quando nada é? Ou nada ser quando é?

Tou desejoso. De apalpar os moles à fashion-ex-futura-presente-passada-hot acção [de perda de mandato]. Será que já entrou ou já saiu não entrando?

my sea.

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David M. www.lejapon.fr

almoços grátis?

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Foto Abrangente
Afinal, há ou não há almoços grátis? Ou muito se engana ou, pelo menos, cultural e socialmente não os há. Já no mundo da economia, parece o contrário. Antes de ter almoços grátis, leia:

"A expressão [Não há almoços grátis] tornou-se conhecida a partir da novela de ficção científica «Revolta na Lua» de Robert Heinlein, publicada em 1966. O economista Milton Friedman reutilizou-a e daí a sua popularidade na classe. Significa simplesmente que tudo o que é consumido tem que ser pago, por alguém. Quando num bar nos oferecem gratuitamente os aperitivos com a bebida, afinal estamos a pagá-los nesta. [...].
Qualquer pessoa entende isto. Mas generalizar uma tal situação a toda a actividade económica das sociedades é objectivamente um disparate. E desde logo por um motivo óbvio. Se a frase fosse verdadeira o capitalismo não seria possível. Pois o que é o lucro senão banquetes grátis para os investidores?
Os economistas, conhecidos por neoliberais, utilizam contudo a frase para…

Feather to Fire.

"Predinha" belíssima. Vênus. Storm of Emotions.

Simples.

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Foto: Mad
"Coisas simples com significado.
É curioso ver que ambos lemos o mesmo livro.
Recomeçaste porque sentiste necessidade de ler este grandioso livro.
Eu, dias depois, olho aleatoriamente para a estante dos livros e o primeiro que me salta à vista é precisamente o mesmo livro.
Quando me disseste o que estavas a ler procurei-o por entre os meus livros e não o encontrei.
Agora partilhamos edições diferentes d´A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera."

Escrito por Madalena em À luz dos dias. Podemos fazer de conta que fui eu que escrevi?

A minha passadeira vermelha.

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Ante a simpatia e amizade com que o directriz tem sido presenteado - e estendendo a passadeira vermelha -, estas são as minhas primeiras escolhas:


Prémio "Power of Schoomze"

A minha Sanzala intimistas sussuros, etéreos desabafos.
Conversamos?!...partilha. serenidade. refinado.
Cor de Dentroinesquecíveis cores. erótica alma.
Le Nozze Di Figaroapelo. sugestão. palavra.
Storm of Emotionslindas tempestades, tormentas bonanças.




Prémio "Blog Cinco Estrelas"

Aliciantepuro. erótico. sentido. verdadeiro. sempre.
Algures no Ribatejodoce rebeldia.
Menina Marotapoesia e encanto.
NimbyPolismelodias de palavras.
Ponto, afinalsonoras palavras. surdos sentires.



Prémio "Este blog Vale a pena Conferir!"

Erotismo na Cidadesons. cores. palavras.
The Relunctant Blogger because yes!
The Pigs are Flying!another view. another world.
Torre de Marfimdiferente torre. diferente marfim.
Xanaxpara amansar os nervos.


Confira aqui os mais recentemente escolhidos pela minha passadeira vermelha.

more WRX STI.

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Fotos daqui.

feel.

Quando uma guitarra, olhos nos olhos, fala em vez de tocar, como acontece com a de Mark Knopfler em "Feel like going home", outros valores se alevantam. Não é?

link by link.

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Per Strömsjö stockholm

Ensaio de aproximação à Inveja.

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Imagem daqui.
Um remake. Porque jamais se deve esquecer os "mecanismos de defesa":

1. «A inveja é um mecanismo de defesa que pomos em actuação quando nos sentimos diminuídos no confronto com alguém, com aquilo que tem, com o que conseguiu fazer. É uma tentativa desajeitada de recuperar a confiança, a estima de nós próprios, minimizando o outro», escreveu FRANCESCO ALBERONI, no seu “Os Invejosos” (5ª ed., 2000, Bertrand Editora, tradução do original italiano “Gli Invidosi”, de 1991).
Olhemos, pois, a inveja. É este o exercício intelectual e opinativo que ora me proponho, seguindo os passos do livro do sociólogo italiano referido; um exercício não jurídico, para variar. E, para não variar, um escrito com a intenção de discutir, opinando séria e fundamentadamente; e de opinar, discutindo séria e fundadamente.
É voz corrente (pensamento?) entre nós, portugueses e madeirenses, que somos invejosos, ou melhor, que os outros portugueses/madeirenses são invejosos; e que isso é uma das ca…

Impreza WRX STI.

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outros prazeres.



Fotos daqui.
SUBARU Impreza WRX STI. The legend reborn?!

half, only.

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Francisco Botelho ENTRAMULA!

What it is.

Mark Knopfler

"singeleza elegante"

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"Aprecio a singeleza elegante do Directriz." O Conversamos?!... atribuiu ao directriz os prémios de "Blog 5 Estrelas" e o "The Power of Schmooze" da Blogging Community Involvement Award. Com um reconhecido bem haja, continuaremos, aí e aqui, a conversar!

Já o excelente Cor de dentro ofereceu-nos também este presentinho. Obrigado!


Hot.

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Robin Capper RobiNZ Blog

paranóia com loucos?

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Imagem do Conversamos?...

Arrumando conceitos e as ideias sobre os mesmos, convém distinguir esquizófrenia e paranóia. Com a ajuda da Wikipédia e em português do Brasil. Confiramos:

- esquizófrenia: "...é uma doença mental grave que se carateriza classicamente por uma colecção de sintomas, entre os quais avultam alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios e embotamento emocional com perda de contacto com a realidade, podendo causar um disfuncionamento social crónico."
"A esquizofrenia é uma doença funcional do cérebro que se caracteriza essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas. Embora primariamente uma doença que afeta os processos cognitivos, os seus efeitos repercutem-se também no comportamento e nas emoções."
Os sintomas são variáveis, como por exemplo "os delírios — ideias delirantes, pensamentos i…

Das falácias: o determinismo tecnológico.

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Daqui.
Vamos conversando sobre e das falácias. Desta vez - e sempre com a prestimosa disponibilidade do Conversamos?!... - sobre o determinismo tecnológico. Aqui vai:

"2.0 Structure of an Engineering (R)evolution

2.1 The Fallacy of Technological Determinism

Prof. Neil Gershenfeld is one of the research directors of the Things That Think consortium at the MIT Media Laboratory. One day, he was at theLab and found a group of students building a strange but interesting new demo:
“The only thing they couldn't tell me is why they were doing it. Once they realized it was possible, they could not conceive of not making one.” [8]
In his book, Inventing Accuracy, Donald MacKenzie encounters a similar attitude of inevitability [14]. He quotes some other authors writing on the subject of nuclear missile guidance:
Teams of scientist and engineers do and inevitably will discover ways of improving system performance.
On the issue of guidance accuracy, there is no way to get hold of it, it is a labo…

hard dry.

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Jean GibsonVancouver

?

Um bom tema de conversa aqui. Será que por cá uma coisa dessas também poderia suceder? Ou o politicamente correcto tudo consente?

break.

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José Bandeira Vulgar de Lineu

Escríbeme.

Laura Pausini

Destiny.

Vanessa Mae

Até, pois.

[only for me]

Se nenhumas mãos te estendesse, nenhumas mãos te sofregaria. Como se tas estendesse jamais as veria: as mãos e o que elas não acolheriam. Delas faço um único uso: conforto os meus bolsos. Sem poder apontar para o olhar vazio dum limiar cego e abrupto. Por isso, inerte estarei. Até que lá - sim lá - tudo inerte continue e perdure. Qual vazio, cortante e agreste, que tudo é e tudo parece. Até, pois.

Das falácias e outros quejandos.

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Foto daqui.

Conversamos?!... sobre falácias e outros quejandos? Então faz favor. Mas por ora, só um pequeno "diagnóstico diferencial". Pode ser?

"Falácias
um argumento falso ou uma falha no argumento. Logicamente inconsistente, inválido, ou que falhe de outro modo no suporte eficaz do que pretende provar. O termo falácia deriva do verbo latino fallere que significa enganar. Tem o aspecto de um argumento correcto e válido mas não é uma coisa nem outra. Vendo o Guia das Falácias, de Stephen Downes, percebe-se que 80% ? 90% ? das discussões são de falácias contra falácias…

Sofismas
raciocínios com falhas voluntárias, produzidas de forma a confundir alguém numa discussão. O raciocínio parte de premissas verdadeiras ou verossímeis - todavia, são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que parecem seguir as regras da lógica.

Paradoxos
os raciocínios onde se parte de enun…

without.

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- - -

"Até eu.

Me sento como é hábito sentar. Não falo. Nem uma única palavra me chega aos lábios. Vazei-me de ideias. Tremo. Não é de medo nem pânico. Simplesmente tremo por causa da febrícula que se instalou em todos os fins de tarde. Não sei o que se passa mas algo se passa. Eu sinto-o. Acho melhor ver o que está a acontecer. Amanhã verei num amanhã qualquer que eu tiver tempo. Não... não pode ser nada. Não é nada!
Amanhã deve ser outro dia, acho eu se fosse o La Palisse.
Deixa para lá...
Anima-te...
Encara de frente...
Coisas simples de dizer. Coisas difíceis de ouvir!
Ah! já tenho saudades do vento do perfume da maresia, do suave marulhar do zulmarinho nos dias de calmaria.
Até já tenho saudades de mim!"
Sanzalando

presente deserto.

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So long.

Mark Knopfler The Long Road Aided and Abetted

Das falácias II.

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Foto daqui.

Novamente do Conversamos?!... e ainda das falácias.

"No contexto das falácias, a expressa distinção de diversos tipos:

Logical Fallacies
The ability to identify logical fallacies in the arguments of others, and to avoid them in one’s own arguments, is both valuable and increasingly rare. Fallacious reasoning keeps us from knowing the truth, and the inability to think critically makes us vulnerable to manipulation by those skilled in the art of rhetoric.
A logical fallacy is, roughly speaking, an error of reasoning. When someone adopts a position, or tries to persuade someone else to adopt a position, based on a bad piece of reasoning, they comit a fallacy. I say “roughly speaking” because this definition has a few problems, the most important of which are outlined below. Some logical fallacies are more common than others, and so have been named and defined.

Fallacies of presumption
Fallacies of presumption are not errors of reasoning in the sense of logical errors, but are …

it flies?

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Travar para pensar.

Recebido por email. De autor desconhecido: "Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários,…