Há dias, de forma impressiva, Mad escreveu:

"Cheguei a um ponto, emocionalmente, em que não consigo escrever o que sinto.
E textos inócuos não fazem sentido para mim.
Talvez porque ao longo do tempo (e de Aliciante são quase 4 anos) ter concluído que acabo por ter mais a perder do que a ganhar. Ingenuamente pensei que iriam saber ler as minhas palavras. Mas com o passar do tempo reparo que são raras as pessoas que não me falam no blog. Dou comigo a pensar que para elas serei apenas aquilo que escrevo? Não, não sou."

Impressivamente só se consegue abanar a cabeça. Concordando.

Comentários

Anónimo disse…
O acto da escrita, caminha quase sempre para a organização pensada do "pensamento".

Chega sempre o momento em que a tarefa de pensar - sem o teclado por baixo - se manifesta no auge da espontaneidade.

Vá lá, suponho eu, que não existem ainda tecnologias para nos aborver o pensamento e transcrevê-lo para escrita...

Um sempre admirador SEU - que o leio quase sempre. Sempre que o seu pensamento se regista na escrita.

Élvio Sousa
directriz disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
directriz disse…
Caro Amigo Élvio: agora percebi!!!...
agradeço as suas simpáticas palavras, muito apropriadas, de resto.
estranho ter leitores assíduos e atentos ao que penso e ao que registo na escrita. mas acredite que, sabê-lo, é-me mais importante do que possa pensar ou escrever. Por isso, o meu obrigado.

Um abraço.
directriz disse…
para facilitar a leitura:
"...mais importante do que eu próprio possa pensar ou escrever."

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