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A mostrar mensagens de Agosto, 2007

nor you?

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my way.

il divo

No smile, please.

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Addie’s Random Ramblings

Nem rodas há. Só amanhã. Talvez.

Nem horizonte...

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Nuno Barata fôguetabraze

Quais?

Silêncios que são de ouro. E silêncios que são tormentas ensurcedoras. Quais deles os melhores?

old and very gray.

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Nada de estranhar.

O Sr. Presidente da Républicavetou politicamente o Decreto 50/X da Assembeia da Républica, que aprovava o novo regime da responsabilidade civil extracontratual do Estado e demais entidades públicas. E que, por consequência, revogava o regime de 1967, que nem com a Constituição em vigor se conformava ou se conforma.
Ao fazê-lo com os concretos fundamentos com que o fez, demonstrou à saciedade - e se necessário fosse! - que ele mesmo não é parte de qualquer solução chamada Portugal. É, pelo contrário, parte intrínseca do problema. O que, em abono da verdade, não é nada de estranhar.

Ler o anterior post:
O direito de cidadania de não votar.

Miragem.

Depois de um bom documentário sobre a vida em Batsfjord - e, portanto, da pesca em Batsfjord -, Noruega, no tecto do mundo e muito acima do círculo polar ártico, viu-se torcer pela kiwi Valerie Vili do lançamento do peso nos Campeonatos do Mundo de Atletismo, que decorrem em Osaka, Japão, e já campeã do mundo. Estranho. Será vertigem? Ou miragem?

litlle scooby.

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outros prazeres
O novo Subaru Impreza - modelo europeu -, no mercado a partir de Novembro. E a bomba super vitaminada: o Subaru Impreza WRC Concept, a apresentar em Frankfurt, de 15 a 23 de Setembro, e a ver no WRC do próximo ano. Tudo "because of the famous turbo Impreza’s roof scoop." And style, hard style.

so cold...

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Sem remédio, pois.

A ignorância campeia a rodos. E pela e com a ignorância - refinada de uns e colossal de outros - a saloiada - mais queque aqui, mas grosseira acolá ou mais bucólica ali - tudo e todos julga, fazendo uso do crivo da sua putativa e pífia inteligência. E sem que a burrice seja sequer mitigada por mínimo bom senso. Sem remédio, pois.

O português é babaca.

Um texto publicado no Touro Louco sobre a natureza do brasileiro. Mutatis mutandis, é também a natureza do português e do portuga [não é erro...]. A ler, fazendo-se as devidas adaptações:

"O BRASILEIRO É UM BABACA

Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.
Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
D…

Quem faz.

É totalmente incompreensivel - e falaciosa - a questão dos comentários anónimos na blogosfera. Nem tão pouco se vislumbra qualquer pertinência ou necessidade de um pretenso Código de Conduta [?!!!], como se sugere.
A questão afigura-se ser duma singeleza confrangedora: os comentários anónimos existem, são tolerados e incentivados porque os blogs e seus autores vivem e dependem deles. Basta atentar nos significativos tráfegos que ostentam. Se se quer ser consequentes e cortar o mal pela raiz, é muito simples: activa-se a moderação de comentários e exclui-se, pura e simplesmente, os que sejam anónimos, como aqui no directriz se faz desde Novembro de 2005. E porque a blogosfera é, ao invés do que muitos julgam, também responsabilidade e frontalidade.
As visitas do nosso extraordinário blog vem para menos de metade?! Pois..., não há bela sem senão. Por isso mesmo é que se distingue entre quem apregoa e quem faz.

PS - Há quem julgue que longas maratonas de 3 ou 4 horas têm de ser ganhas ao fi…

too dark.

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Vítimas.

O terceiro mundo e os totalitarismos têm destas coisas: até na mais miserável e desumana condição, o essencial é a propaganda pura e dura, a todo o custo e de forma inqualificável. Desgraçadas vítimas.

"Miles de latas de atún con las fotos del presidente venezolano, Hugo Chávez, y el líder del Partido Nacionalista, Ollanta Humala, fueron repartidas en las zonas afectadas por el terremoto en el sur chico."
No rótulo: "Ante los saqueos, bloqueos, desesperación y caos. Solidaridad con nuestros compatriotas".
E o seguinte: "Frente al desastre natural que sacudió al Perú, y sobre todo a nuestra región Ica, el Partido Nacionalista Peruano, con nuestro líder Ollanta se hace presente, junto con nuestra hermana República Bolivariana de Venezuela, cuyo presidente es nuestro hermano Hugo Chávez, esto debido a que el gobierno peruano actúa de una manera ineficiente, lenta y sin corazón, no importándole el dolor de las víctimas y dejándolas a merced del hambre, la sed y el pa…

He is shallow.

"He is shallow. Não tem dois milímetros de profundidade". "Sócrates é superficial como Cavaco. Não percebem o país, não percebem os problemas do regime...". Vasco Pulido Valente, corrosivo como sempre, em entrevista ao Diário Económico. A ler e a não perder.
De igual modo, ainda que noutro registo, aquelaoutra de Marcelo Rebelo de Sousa ao mesmo jornal.

Only gray.

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Ou quê?

De esguelha: i) caústica, mas muito engraçada, a rábula dos Gato Fedorento que ridicularizava a opinião de Marcelo Rebelo de Sousa sobre o aborto. Igualmente caústica e engraçada agora na versão "sr. vereador do CDS na Câmara Municipal do Municipio do Funchal e a violação do PDM", numa adaptação de Cláudio Torres; ii) não menos caústicos os considerandos do sr. vereador do PS sobre a posição daquele seu colega.
Num caso parece que temos artista. Noutro será que temos animação? Ou quê?

ponto, afinal.

ponto, afinal. o nosso novo favorito é enigmático nas imagens e apaladado nas palavras. Com um ligeiro travo a qualquer coisa muito bonita. Note:

"Contigo usei palavras como quem queima fósforos. Sei que lembras da frase que tomei de empréstimo para ti: “a gramática nos impede de sentir a dor do outro”; e, se existe um deus guardião das palavras, há de ter-me perdoado o pequeno delito, porque nunca alguém conseguiu ser tão precisa na hora mais precoce, ainda que travestida de letras que não eram suas."

Lá cresce o frio e o negrume.

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Mais esta dofôguetabraze.

Perda de Mandato e Dissolução.

Porque o autor do directriz acabou de ser, ao que lhe parece, pouco preciso, deve-se notar:

- A Lei nº 27/96, de 1-8 [Regime Jurídico da Tutela Administrativa] sanciona o cometimento de ilegalidades no âmbito da gestão das autarquias locais com a perda de mandato se tiverem sido praticados individualmente por membros de órgãos colegiais [p. e., Vereador] ou com a dissolução do órgão se tal conduta tiver sido do próprio [p. e., Câmara Municipal).

- Os fundamentos da perda de mandato e da dissolução que parecem estar na ordem do dia [nalguma Madeira...] são os da als. c) e i) do art. 9º do RJTA: i)"viole culposamente instrumentos de ordenamento do território ou de planeamento urbanístico válidos e eficázes" e ii) "incorra, por acção ou omissão dolosas, em ilegalidade grave traduzida na consecução de fins alheios ao interesse público".

- A perda de mandato ou dissolução do órgão não ocorre quando "se verifiquem causas que justifiquem o facto ou que excluam a culpa d…

black.

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Assim seja, pois.

Seguindo o mais possível a máxima do anterior post, uma seca nota en passant:
- relatório da inspecção ao Município do Funchal: pelo frenesim que por aí parece ir, já se está a ver que vão todos dar umas palmadinhas nas costas do sr. presidente da Câmara Municipal. Uns porque sim - os seus correlegionários próximos. E outros porque limitam-se absurdamente a verborrear ad nauseam. Sem que saibam - e, portanto, sem que possam praticar - o que seja consequência, perspectiva e estratégia. E sem que alguém lhes esclareça o que é evidente e ostensivo. Já o ditado diz: bem prega Frei Tomás... E com estes "santos", o "pecador" já se converteu e tem assegurado o glorioso caminho do reino dos céus. Assim seja, pois.


Leia os posts:
Perda de Mandato e Dissolução; "Autarcas Perdidos? Ou não?"; "Erro de casting"; "O objectivo"; "À medida"; "Miséria"; "O "hábito"";

No words.

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Tui-não.

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outros prazeres
Foto daqui.
Um outro luxo quase exclusivo: um saltinho a uma praia de calhau, já em vias de extinção por causa do areal do norte de África. Ajeitar minimamente as pedras e, de imediato, iniciar um sessão natural de massagem chinesa Tui-Ná. Ao som de um óptimo mp3 e do roçar das mansas ondas. Uma horita para cada lado já permite fazer ver quão bela é a paisagem. E sempre pode deleitar-se, no horizonte da praia, com o contorcionismo de algumas baleias. Infelizmente de muito poucos golfinhos.

Deserto presente.

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Flop meu.

Um flop, o meu. Explica-se: para confirmar e poder compreender as caústicas declarações do novo sr. presidente do PS-Madeira ao último Expresso lá comprou-se a dita edição em papel, pois que a online tudo anunciava e nada esclarecia.
Surpresa das surpresas - ou talvez não -, deparamo-nos com um texto miserável, na parte inferior das p. 8 e 9, entrelaçado de singelas afirmações. Qualquer hipotética entrevista com princípio, meio e fim - donde o afirmado resultasse devidamente consubstanciado - é pura invenção.
É, uma vez mais, questão de forma e de substância. E, todavia, não deixa de ser um contributo mais para o normal modus operandi da até aqui inexistente oposição. Só resta saber a quem os termos do publicado é imputável: ao pseudo entrevistado ou ao pseudo entrevistador.

cristo mío.

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outros prazeres

Prazer menor não é seguramente o de apreciar, muito lentamente e em toda a sua plenitude, os odores de um Montecristo Joyitas Habana [Laguito Nº 3.]. Outro verdadeiro regalo. Por muito ocasional que seja.

puro grão.

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Um pequeno luxo: burilar, de olhos esbugalhados, um bom café. De bom aroma. E melhor sabor. E deixá-lo, solene e lentamente, esvaiar-se da xícara. Em silêncio. E sem quaisquer outras impurezas (leite, açúcar ou adoçante). Um verdadeiro regalo de intensidade.

bye Baiji.

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foto daqui
Depois de 25 milhões de anos no rio Yangtze,China, o Baiji - golfinho branco - foi declarado extinto. E parece ter dito adeus definitivo. Mais uma pérola que o Homem e a sua inusitada cegueira oferece à Humanidade e às gerações futuras!

PS - O recente frenesim tap e a forma vergonhosa como esta trata os passageiros indígenas há muito que não é novidade. Já aqui se o disse. A questão é sempre a mesma e depende, quando possível, só dos consumidores e da falta de consequência.
Por ora - e depois de ter esfrangalhado um produto de qualidade como era a excelente PGA [para recordar...]- só resta o low coast. Ou a sata.

O jogo.

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Continua lindo.

"Afinal o Algarve continua lindo.
A praia dos Tomates generosa como sempre, vasto areal e muito azul no mar. A Ilha de Tavira imensa, arejada e limpa. E os naturistas continuam a frequentar a zona ocidental sem pudores. Albufeira prenhe de gente a "calcorrear a calçada" como se fazia nos bons velhos tempos em Lagos, no passeio da avenida, junto ao mar. Castro Marim, rodeada pelo sapal, vai tratando das suas ruinas, o que não lhe fica mal se por mais não for, para deixar de pé as ruínas do Castelo que foi a 1.ª sede da Ordem de Cristo."

Agostinho Costa, Advogado.

Curiosa sequência.

Na rubrica "O que lhe vai na alma" do Berdades e depois da entrevista ao autor do directriz seguiu-se, inesperada e subitamente, uma outra: ao sr. dr. José Miguel Mendonça, Presidente da Assembleia Legislativa Regional.
Ainda que seguramente obra do acaso chamado Marcelino Teles, não deixa de ser muito curiosa a sequência. E a disponibilidade comedida do titular do primeiro órgão de governo próprio da Região em aceder a fazê-lo no blog e nos concretos e precisos termos em que o fez. Afinal, nem tudo parece ser ruim na terra do povo superior.

Para bom entendedor, a entrevista deve ser lida ao contrário: relevante é o que expressamente o entrevistado não diz mas deixa subentender. Como brilhante é a, sucinta e muito cautelosa, reacção - expressa ou implícita - às desabridas questões do entrevistador.

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Soberba imagem.
Do outro lado do mundo e daqui.

A mendigar.

A história do SOL - do funcionário público português que prefere ser um sem abrigo nas ruas de Copenhaga, Dinamarca - é o retrato fiel de um país virado do avesso, terceiro mundista e anacrónico com que todos os dias nos vemos confrontados. E que só parece satisfazer os políticos que temos. E que, também, só sabem mendigar.

PS - O directriz apresenta-se de cara lavada. Na esperança de que, pelo menos, aparente ser agradável e funcional. Sejam, pois, bem vindos.

Caixa preta.

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A caixa preta do Congresso de Brasília.
Daqui.