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"Até eu.

Me sento como é hábito sentar. Não falo. Nem uma única palavra me chega aos lábios. Vazei-me de ideias. Tremo. Não é de medo nem pânico. Simplesmente tremo por causa da febrícula que se instalou em todos os fins de tarde. Não sei o que se passa mas algo se passa. Eu sinto-o. Acho melhor ver o que está a acontecer. Amanhã verei num amanhã qualquer que eu tiver tempo. Não... não pode ser nada. Não é nada!
Amanhã deve ser outro dia, acho eu se fosse o La Palisse.
Deixa para lá...
Anima-te...
Encara de frente...
Coisas simples de dizer. Coisas difíceis de ouvir!
Ah! já tenho saudades do vento do perfume da maresia, do suave marulhar do zulmarinho nos dias de calmaria.
Até já tenho saudades de mim!"
Sanzalando

Comentários

Rui Caetano disse…
Texto cheio de sensibilidade.
Claudia Perotti disse…
Adorei o texto!
Beijinhossss
Su disse…
gostei de ler.....esse sentir

ops curiosa eu fui ao blog e gostei do que vi/li...voltarei


jocas maradas de palavras
directriz disse…
rui: direi, mas sou suspeito, de enorme sensibilidade;
claudia: satisfaz-me sabê-lo;
su: gostei de saber que se gostou e que se voltará...

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