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"É como se o chão evaporasse e ficassemos suspensos. Suspensos, sim, sem flutuar, inertes, sem sentir a inércia do nosso próprio peso. E só nos restasse permanecer à espera que o chão voltasse, quando não voltará jamais, e nos restitua, no presente, a segurança que levou amarrada com correntes de aço."

Hoje saiu assim...., ao sabor dos dedos.

Comentários

G... disse…
Rogério: apanha-me! Olha para cima e procura-me. Encontra-me... suspensa das tuas palavras.
Beijinho
G... lindo, lindo! e gratificante... beijinho!

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